segunda-feira, 28 de maio de 2012

Entre a fé a razão

Oi, queridos!!! Esse vídeo tem falado muito aos nossos corações. Queremos compartilhar com vcs.

Big abraço!!!

Antonio e Helen

terça-feira, 15 de maio de 2012

Eu não posso fugir do teu Espírito - Helen e Antonio

A VOZ E O CICLO DA VIDA II

DA FASE ADULTA À VELHICE
Helen França

Como foi dito anteriormente, a voz se consolida no período entre os quatorze e dezessete anos. Ela torna-se imutável até cerca dos quarenta.
             As mulheres adultas podem sofrer diversas alterações vocais decorrentes de suas mudanças hormonais, períodos menstruais ou de menopausa. A voz pode apresentar-se com certo desequilíbrio em determinados períodos. Razão pela qual muitas agendas de cantoras profissionais são canceladas. 
           Entre homens adultos a qualidade vocal dura mais tempo por consequência da maior força da musculatura e “porque sua atividade sexual cessa mais tarde.” (DINVILLE, 2001,p. 17).


           

            Na velhice, tanto entre homens como em mulheres, há uma queda no potencial vocal. A voz pode tornar-se mais aguda e mais frágil por diversos acometimentos de saúde. Porém, cada ser humano se difere do outro a partir de sua saúde biológica e/ou psicológica:
“(...)o  envelhecimento é um estado fisiológico complexo e um comportamento psicológico individual. É isso que faz as variações (...). A idade real nem sempre reflete a idade fisiológica de um indivíduo”. (DINVILLE, 2001,p. 21).

            Assim como em todo o corpo, a musculatura do aparelho fonador deve ser exercitada. Se o indivíduo utiliza sempre de boa higiene e técnica vocal no decorrer da vida, chegará a ser um idoso com os músculos bem exercitados e terá, por conseguinte, a voz bem conservada.



Referência bibliográfica:
DINVILLE, Claire. Os distúrbios da voz e sua reeducação. Trad. Denise Torreão. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Enelivros, 2001.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

A VOZ E O CICLO DA VIDA I

DA INFÂNCIA À ADOLESCÊNCIA 

 Helen França

Os estudos relacionados ao aparelho fonador vêm comprovando a relevância da voz para a vida humana. Não somente pela expressão do homem enquanto ser que se comunica, mas especialmente porque a emissão da voz e a condição do aparelho fonador são reflexos da história de toda uma vida.
À medida que o ser humano se desenvolve, os órgãos do aparelho fonador vão se adaptando, ganhando seu espaço no corpo. Em conseqüência, as mudanças vocais tendem a aparecer de acordo com a idade biológica. Há a possibilidade de ocorrer um rompimento no processo natural quando houver um problema biológico ou psicológico mais sério.

Logo após o nascimento, o lactante possui uma voz extremamente aguda “que pode atingir 3.000 Hz. A laringe se situa bem no alto e suas dimensões exteriores são um terço das da laringe de uma mulher.” (DINVILLE, 2001,p. 15).

Aos seis ou sete anos as vozes de meninos e meninas são muito parecidas, suas laringes têm pouco desenvolvimento muscular.

Na puberdade, os meninos têm um desenvolvimento diferenciado das meninas. A voz deles baixa uma oitava
“(...) e se firma ao mesmo tempo que o adolescente adquire todas as suas potencialidades sexuais. Se o desenvolvimento sexual for particularmente precoce, a muda vocal pode acontecer muito cedo.” (DINVILLE, 2001,p. 16).

Nesta fase, a laringe cresce, se abaixa e ocupa seu lugar definitivo. Para os meninos o momento da muda vocal é bem nítido e, a depender de como o encaram, pode trazer transtornos vocais para toda a vida. Por exemplo, quando o menino tem uma ligação anormal com sua mãe, ou se vive em um ambiente desfavorável a esse momento crucial da muda vocal, ou se for muito tímido e tiver medo de ser ridicularizado em seu próprio ambiente. Sobretudo, para a maioria dos meninos a muda vocal ocorre de maneira natural e não gera problemas posteriores.
            
Já nas meninas, pouco se notam as modificações vocais. Por muitas vezes elas passam despercebidas.
“A voz baixa somente um terço, e a laringe se alonga três centímetros. O timbre muda pouco, mas o som torna-se mais redondo e mais amplo, devido ao crescimento dos órgãos fonatórios e respiratórios.” (DINVILLE, 2001,p. 16).

            Segundo Dinville (2001), “entre os quatorze e dezessete anos a voz vai se consolidar, se firmar, e tornar-se intensa”.

            Por fim, o ambiente em que vive a criança e/ou o adolescente, bem como os cuidados com a voz, influenciarão no desenvolvimento vocal natural e saudável.


Referência Bibliográfica:

DINVILLE, Claire. Os distúrbios da voz e sua reeducação. Trad. Denise Torreão. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Enelivros, 2001.